Roblox vai acabar? Polêmica com Felca reacende alerta sobre segurança das crianças na internet. 

O que o jogo Roblox, o influenciador Felca e a segurança das crianças na internet tem em comum?  
 
Se você é pai ou mãe de filho pequeno, provavelmente sabe a resposta. Caso contrário, hoje explicaremos uma polêmica que já deu o que falar, em pleno começo de ano. 
 
Nas últimas semanas, pais e filhos foram surpreendidos por uma enxurrada de vídeos e comentários nas redes sociais, que anunciavam o fim do game Roblox
 
A “notícia” ganhou força após o influenciador Felca ser apontado pelas crianças como “culpado”, em função de uma mudança dentro do jogo, o que acabou gerando uma verdadeira onda de protestos virtuais dos pequenos. 

Mas, afinal… era verdade ou apenas fake news? Vamos esclarecer esse assunto. 

Qual foi a origem de toda essa polêmica? 
 
Primeiramente, é necessário esclarecer: realmente houve uma alteração no jogo. 
 
Mas ela foi orquestrada pela própria empresa do jogo, e não teve nenhuma relação com o influenciador Felca: o Roblox anunciou uma atualização obrigatória envolvendo verificação de idade, além de um controle mais rígido sobre o chat de voz na plataforma.  
 
Na prática, houve uma limitação na interação entre crianças pequenas e usuários mais velhos (fora a obrigatoriedade da verificação facial), para que certos recursos de comunicação fossem liberados. 
 
A reação do público infantil foi imediata, já que essas limitações impediriam que jogadores mais novos pudessem se comunicar com os amigos mais velhos. 
 

E por que o nome de Felca veio à tona? 
 
A partir daí, os jogadores passaram a procurar um “culpado” por tais mudanças. E foi aí que surgiu o nome de Felipe Bressanim, o Felca.  
 
Isso porque o influenciador esteve, em 2025, no centro de um debate nacional sobre a segurança das crianças em ambientes online, além das denúncias de práticas de adultização em conteúdos digitais. 
 
Isso fez com que parte do público infantil associasse, erroneamente, a nova política do Roblox ao seu nome. 

O impacto foi tão grande que houve protestos virtuais dentro do jogo, com avatares segurando placas e mensagens pedindo a volta das regras antigas, e criticando Felca, mesmo sem nenhum fundamento. 
 
A verdade é que o caso ficou tão grande porque tocou num ponto sensível: segurança infantil no mundo digital.  
 
Por isso, a Happy tem um material ideal para que os pais possam se aprofundar nessa questão, à medida que acreditamos que a segurança começa pelo diálogo. 

Uso saudável da tecnologia: Happy tem um e-book sobre o assunto. 

Diante desse cenário, a Happy reforça ainda mais sua missão: ensinar crianças e famílias a usarem a tecnologia com consciência, segurança e equilíbrio.  

Por isso, criamos um material justamente para orientar os pais nesse assunto: nosso Manual do Uso Saudável da Tecnologia. 

Ele é fundamentado em pesquisas sérias, incluindo dados da Sociedade Brasileira de Pediatria, da TIC Kids Online Brasil e da experiência prática da Happy com educação digital. 

E o mais importante: ele ajuda a transformar polêmicas como a do Roblox em diálogo, aprendizado e consciência. 

Porque no fim das contas, a pergunta não é só “O Roblox vai acabar?”, mas sim: 
“Como posso ajudar meu filho a navegar na internet com segurança e equilíbrio?”. 

E-Book da Happy: tecnologia faz parte da infância, e tudo bem sentir dúvidas sobre isso. 
 
Para muitos pais, a relação das crianças com a tecnologia desperta sentimentos mistos.  
 
De um lado, sabemos que telas, jogos e internet fazem parte do mundo em que elas estão crescendo. Do outro, surge a pergunta: “Será que isso tudo está fazendo bem?” 

Manual do Uso Saudável da Tecnologia, da Happy, parte exatamente desse lugar de empatia. Ele reconhece que a uso substancial de tecnologia não é um erro das crianças, mas um cenário com o qual precisamos aprender a conviver, entre pais e filhos, com muito diálogo. 
 
O manual também reforça algo importante: o problema raramente está no acesso em si, mas na falta de intenção. Quando a tecnologia entra na rotina sem critério, sem conversa e sem propósito, ela tende a ocupar espaços que não deveria.  
 
Mas quando é apresentada com orientação, combinados claros e curiosidade compartilhada, ela pode se transformar em um espaço legítimo de aprendizado, criação e conexão. 

Mais do que controlar o tempo de tela, o convite da Happy é outro: participar do universo digital da criança. Perguntar o que ela gosta, o que acha interessante, o que a frustra, o que a diverte. Estar perto o suficiente para compreender, e não apenas para proibir. 
 

Porque ensinar a usar tecnologia, no fundo, é ensinar a criança a pensar sobre suas próprias escolhas. E esse é um aprendizado que vai muito além das telas. 

E-book da Happy: segurança digital não nasce de regras rígidas, mas de relações de confiança. 
 
Sabemos que os pais buscam a segurança dos filhos na internet. É comum que a primeira reação seja essa: filtros, senhas, bloqueios, aplicativos de monitoramento. 
 
Tudo isso tem valor, mas o manual da Happy lembra que nenhuma ferramenta substitui o vínculo humano. 

Crianças se protegem melhor quando confiam nos adultos com quem convivem. Quando sabem que podem contar o que viram, o que sentiram, o que as deixou desconfortáveis, sem medo de punição imediata ou broncas.  
 
Ou seja: a segurança digital começa quando a criança entende que não está sozinha no mundo online. 

O manual fala de algo muito importante: autonomia progressiva. Isso significa que ninguém aprende a se cuidar sendo vigiado o tempo todo. Aprende‑se aos poucos, com orientação, com exemplos, com conversas sinceras.  

Assim como ensinamos a atravessar a rua ou a lidar com dinheiro, também ensinamos a navegar pela internet. 

Outro ponto importante é a rotina. Quando o dia da criança inclui tempo para brincar fora da tela, conversar, se movimentar, descansar e conviver em família, o uso da tecnologia tende a se equilibrar naturalmente. A tela deixa de ser refúgio ou excesso e passa a ser apenas uma parte da vida, não o centro dela. 

No fim das contas, segurança digital é autocuidado. É ensinar a criança a perceber quando algo não está confortável, a respeitar limites, a pedir ajuda. E isso só floresce quando há escuta, presença e acolhimento. 

Quer conferir o e-book completo? Baixe agora mesmo. 

Para apoiar famílias na construção de uma relação mais saudável com a tecnologia, a Happy disponibiliza gratuitamente o Manual do Uso Saudável da Tecnologia. 
 
Nele, você encontra: 
 
✔ Estratégias de diálogo com crianças e adolescentes 
✔ Orientações sobre tempo de tela 
✔ Dicas de segurança e privacidade 
✔ Sinais de alerta para uso inadequado 
✔ Caminhos para desenvolver autonomia digital 
 

👉 Baixe agora o e-book e dê o próximo passo para orientar seu filho no mundo digital. 
 
A tecnologia pode ser uma aliada poderosa e, com acompanhamento consciente, pode se tornar uma ferramenta de aprendizado, criatividade e segurança
 
Boa leitura!  

Happy