Imagem: Divulgação — Estrelas Além do Tempo (2016), 20th Century Fox.

 Estrelas Além do Tempo: conheça as mulheres que fizeram história na NASA e que inspiram até hoje. 

Quando a gente fala em corrida espacial, é comum pensar em foguetes, astronautas e missões que entraram para os livros de história.  

Mas a verdade é que, por trás de cada decolagem, houve muito cálculo, persistência e inteligência de mulheres que, por muito tempo, ficaram fora do centro dos holofotes. É aqui que a história retratada no filme Estrelas Além do Tempo nos ajuda a corrigir a rota.  

Ao contar a trajetória de Katherine JohnsonDorothy Vaughan Mary Jackson, a obra devolve o crédito a quem sempre esteve lá, somando ciência, coragem e visão de futuro. Para a Happy esse é um ponto essencial: inspirar crianças, especialmente meninas, a se enxergarem no universo da tecnologia e da ciência.  
 
Por isso, vamos conhecer quem foram essas mulheres cientistas famosas, como elas se tornaram referência em matemática, programação e engenharia, e por que suas conquistas seguem relevantes para formar a próxima geração de criadores de tecnologia.  

O objetivo é mostrar que essas mulheres, famosas na ciência, seja pelos estudos na matemática ou engenharia, existem. Sempre existiram. E suas histórias inspiram a todos até hoje. 

As matemáticas que levaram o país ao espaço e mudaram a ciência para sempre.

Katherine Johnson se tornou um nome central na história da exploração espacial, por seus cálculos de trajetória e de lançamento.  
 
Sua carreira foi reconhecida com a Medalha Presidencial da Liberdade, e as próprias páginas da NASA registram a importância do seu trabalho na fase inicial da era espacial. 
 
Ela participou de missões dos astronautas Alan Shepard e John Glenn, além de contribuir para o programa Apollo. Definitivamente, um exemplo emblemático de como as mulheres em Estrelas Além do Tempo combinaram precisão e pensamento crítico para transformar problemas em soluções que atravessariam a atmosfera.  

Katherine Johnson — NASA (domínio público)

Se Katherine é a imagem da precisão orbital, Dorothy Vaughan representa a virada tecnológica. Supervisora do West Area Computers ainda no NACA (agência espacial norte-americana antecessora da NASA), ela foi a primeira mulher negra em um cargo de chefia na instituição e liderou a transição do cálculo feito à mão para a programação, acompanhando a chegada do computador IBM 7090. 
 
Isso ajudou a preparar sua equipe para um novo cenário digital. Ou seja: muito antes de a computação dominar o mundo, Dorothy já formava mulheres programadoras dentro da agência que se tornaria a NASA.  

Dorothy Vaughan — NASA (domínio público)

Já Mary Jackson, que começou como matemática e se tornou a primeira engenheira negra da NASA, deu contribuições técnicas em aerodinâmica de alta velocidade e voos supersônicos, assinando e coassinando relatórios científicos. Mas Mary foi além do laboratório quando decidiu migrar para a área de igualdade de oportunidades, abrindo caminho para mais mulheres ascenderem em carreiras técnicas.  

Mary Jackson — NASA (domínio público)

Essas três trajetórias mostram que as protagonistas de Estrelas Além do Tempo eram, sim, mulheres cientistas famosas, mas principalmente profissionais determinadas o suficiente para converter cálculos em missões, missões em histórias e histórias em inspiração. 

Por que a história dessas mulheres importa para quem aprende tecnologia hoje? 

Olhar para essas mulheres engenheiras famosas não é nostalgia. É prática educacional. Quando uma criança entende que houve mulheres responsáveis por trajetórias orbitais e que lideraram a adoção de linguagens de programação em plena década de 1950, nasce a percepção de pertencimento.  
 
Isso é essencial para sustentar o interesse ao longo do tempo e para atravessar as dificuldades típicas do caminho de quem aprende lógica e programação. Além disso, o pertencimento também combate estereótipos. Muitas meninas ainda escutam que matemática é coisa de meninos, que programação é muito difícil, que engenharia não tem espaço para elas. Mas Katherine JohnsonDorothy Vaughan e Mary Jackson quebraram esse tipo de crença. 
 
E existe outro ponto poderoso nessa história. Dorothy Vaughan, ao ensinar programação e preparar equipes para o IBM 7090, mostrou que aprender a aprender é a habilidade definitiva. E isso é algo muito atual para o ensino de tecnologia. Linguagens mudam, ferramentas se atualizam, plataformas nascem e somem.  
 
O que fica é a base de pensamento computacional e a atitude investigativa de quem sabe perguntar, testar e revisar.  E isso tem tudo a ver a Happy. Na sala de aula, os projetos são criados pelos próprios aprendizes e guiados pelos nossos mentores. Assim, a criança recebe desafios adequados à sua etapa de desenvolvimento e aprende com cada tentativa.  

Conheça a formação Happy Code e dê o primeiro passo com sua filha ou seu filho 

Se você quer que seu filho ou filha aprenda programação de forma leve e significativa, a formação Happy Code trabalha com essa base de inspiração e prática.  
 
Seus filhos entram em contato com histórias que fazem sentido, realizam projetos com começo, meio e fim e aprendem a apresentar suas soluções com clareza. A formação inclui pensamento computacional, lógica, desenvolvimento de jogos e aplicativos, e o mais importante, a confiança de quem sabe investigar um problema e buscar uma resposta.  
 
Assim como as mulheres em Estrelas Além do Tempo provaram que é possível quebrar barreiras com ciência e persistência, a Happy quer que as crianças descubram, desde cedo, que também podem ser protagonistas no mundo da tecnologia.  
 
Para conhecer a formação completa e encontrar a trilha ideal para a idade do seu filho ou filha, entre em contato com o hub da Happy mais próximo de você. 
 

Marcela Toledo