Inteligência artificial no trabalho: como seus filhos usarão IA no futuro. 

Se existe uma certeza sobre o futuro do trabalho, é esta: a inteligência artificial vai fazer parte de todas as profissões (em algumas mais que as outras). 

Atendimento ao público, engenharia, educação, saúde, comunicação: a IA já deixou de ser uma tecnologia de nicho e se tornou um elemento estruturante do mundo profissional.  
 
E o que antes parecia “coisa de filme de ficção científica”, agora já está mudando a forma como aprendemos, tomamos decisões e… trabalhamos. 

Esse movimento foi descrito com precisão pelo Relatório Global de Tendências de Habilidades e Aprendizado 2026, publicado pela Udemy, um dos maiores marketplaces globais de ensino e aprendizado online, que analisou milhões de estudantes e empresas no mundo inteiro. 

Quais as conclusões do estudo feito pela Udemy, sobre IA? 
 

O estudo mostra que a IA evoluiu de uma habilidade técnica para uma fluência essencial. Algo tão central quanto ler, escrever ou trabalhar em equipe. Segundo o relatório, a IA não é apenas uma ferramenta: ela virou o “novo sistema operacional” das organizações, influenciando processos, cultura e a própria forma de aprender

E isso nos leva a uma pergunta inevitável: como preparar as crianças de hoje para um mundo em que a IA será tão comum quanto um caderno ou uma calculadora? A resposta passa por educação digital, pensamento crítico, criatividade e, principalmente, experiências práticas que conectem tecnologia ao cotidiano.  
 
E é exatamente assim que se posiciona a proposta da Happy e da Happy Code, que ensina programação, lógica e cultura digital de maneira leve e lúdica. 

Por isso, vamos explorar de forma clara o que a pesquisa revela, como isso se conecta à infância e por que habilidades como programação e pensamento computacional são cada vez mais relevantes para formar cidadãos preparados e confiantes para o futuro. 

O que a pesquisa da Udemy revela sobre IA e o futuro do trabalho 

A Udemy investigou como milhões de pessoas estão aprendendo hoje e como isso se relaciona com o avanço da inteligência artificial.  

Uma das conclusões mais importantes do relatório é que a IA deixou de ser um conhecimento exclusivo de especialistas e passou a ser uma competência obrigatória em praticamente qualquer área.  

Isso acontece porque a presença de inteligência artificial em tarefas profissionais se tornou tão natural quanto a presença de computadores nos anos 2000 ou a internet nos anos 90. 

Mas o estudo não fala apenas sobre tecnologia. Ele enfatiza que o profissional do futuro precisará combinar fluência digital com habilidades humanas, como criatividade e pensamento crítico.  

E essa combinação não surge do nada: ela se desenvolve ao longo da infância, especialmente quando crianças têm oportunidades de explorar, criar e resolver desafios reais, em vez de apenas consumir conteúdo. 

Mas o que isso significa na prática, para o futuro dos meus filhos? 

É natural que pais leiam pesquisas como essa e sintam uma mistura de entusiasmo e preocupação.  

Afinal, embora seja fantástico imaginar crianças crescendo em um mundo cheio de possibilidades, também é assustador perceber o quanto esse mundo é competitivo e acelerado.  

Mas a boa notícia é que as crianças de hoje têm uma vantagem enorme: elas já nascem imersas em tecnologia. E, quando bem orientadas, essa relação pode se transformar em aprendizado profundo e significativo. 

Por que programação e IA combinam tão bem na infância? 

Programação é, acima de tudo, uma forma de pensar.  

E essa forma de pensar combina perfeitamente com o que o relatório da Udemy aponta como essencial para o mercado de trabalho: capacidade de estruturar soluções, resolver desafios, quebrar problemas complexos em partes pequenas, refletir sobre erros e fazer ajustes. 

É um aprendizado profundamente humano, embora aconteça por meio de tecnologias. 

E quando esse aprendizado é combinado com conceitos básicos de IA (sempre respeitando a idade e o nível de maturidade), a criança aprende a usar a inteligência artificial como uma ferramenta criativa, e não como um atalho que elimina o esforço cognitivo.  

Isso significa que ela aprende, desde cedo, que a IA pode ajudar, mas quem toma as decisões continua sendo ela. 

Ou seja: se usadas de maneira correta, essas tecnologias fortalecem a capacidade da criança de pensar autonomamente. Em vez de “decorar respostas”, ela aprende a fazer perguntas melhores. E é exatamente isso, segundo a pesquisa da Udemy, será um dos diferenciais mais valorizados do futuro. 
 

Ou seja: o futuro é feito de pessoas que aprendem com propósito. Como na Happy Code. 

inteligência artificial não é uma ameaça. É uma oportunidade. Assim, a melhor forma de preparar seus filhos para esse futuro é ajudá-los a desenvolver habilidades que vão muito além da tecnologia: curiosidade, criatividade e capacidade de aprender continuamente. 

Outro ponto que a pesquisa da Udemy deixa claro é que o mundo profissional vai exigir pessoas capazes de usar IA com responsabilidade e ética. Isso inclui avaliar informações, criar soluções e colaborar com outras pessoas, e não apenas “apertar botões”. 

É isso que a Happy Code ensina: não apenas programação, mas uma maneira de pensar. Uma forma de enxergar o mundo com perspectiva, coragem e criatividade. 
 
Se você deseja preparar seu filho para um futuro em que a IA será tão natural quanto um caderno, a jornada começa agora. Com experiências significativas, projetos reais, através de uma educação que valoriza o humano por trás da máquina, como na Happy Code. 

Happy