As férias escolares são uma ótima oportunidade para dedicar mais tempo de qualidade à família. Quando chega o recesso escolar das crianças, essa época é ideal para os pais curtirem bons momentos e criar memórias com os filhos. Mas entre viagens de férias e passeios, sempre fica a dúvida: o que fazer com as crianças dentro de casa?
Nós sabemos: as crianças estão cheias de energia e de tempo livre, e cabe aos pais controlarem também o tempo de tela das crianças, que pode até dobrar durante as férias.
Por isso, hoje trazemos sugestões de atividades que vão facilitar a vida dos pais, e ainda impactar positivamente no futuro das crianças. Tudo isso sem depender do uso de dispositivos eletrônicos. Promissor, certo?
Atividades desplugadas: o que são e qual a relação com programação?
Agora, é hora dos pais que trabalham com programação brilharem. Se você é um deles, deve estar habituado com o conceito de atividades desplugadas: jogos, dinâmicas e desafios que apresentam a lógica da linguagem de programação em forma de brincadeiras para as crianças.
São propostas educativas que ensinam conceitos da programação, mas sem o uso de computadores ou dispositivos eletrônicos. Parece contraditório, certo? Pois saiba que aprender essa lógica está mais associada a um tipo de linguagem (a linguagem da computação) do que o uso em si de um computador.
Logo, essa abordagem torna-se perfeita para crianças, pois transforma o aprendizado em experiências que incentivam a curiosidade e a criatividade. Tudo de forma divertida e em família.
Mas saiba que as atividades desplugadas vão além da diversão e do primeiro contato das crianças com as linguagens de programação: ela pode impactar positivamente até no futuro profissional delas.
Qual a importância das atividades desplugadas para o futuro das crianças?
Bom, até aqui você já deve ter reparado: programação vai muito além de código. E isso fica muito claro nas atividades desplugadas.
O que os pais que trabalham neste universo de TI já entendem é que, ao apresentar esse universo da programação para as crianças, elas desenvolvem habilidades cognitivas como resolução de problemas, pensamento crítico e criatividade. Ou seja, elas podem ou não seguir uma carreira em tecnologia, mas esses ensinamentos serão preciosos em qualquer trabalho que escolherem.
Isso porque essas competências são muito valorizadas no mercado de trabalho e serão indispensáveis no futuro. As profissões ligadas à tecnologia crescem a ritmo acelerado, e permitir o contato das crianças com a lógica da programação, através de brincadeiras em atividades desplugadas, terá impacto no futuro profissional delas.
Agora, vamos para a parte que mais importa: quais são essas atividades desplugadas que vocês podem fazer, em casa, com as crianças.
[H2] 10 atividades desplugadas para apresentar a computação aos seus filhos.
Para todas as atividades desplugadas sugeridas abaixo, você vai reparar que sempre há um conceito de programação por trás da brincadeira.
Mas acredite: elas são realmente divertidas, além de incentivarem a criatividade das crianças. Vamos a elas!
1 – Algoritmo para Fazer um Sanduíche
- Objetivo: Mostrar a importância da precisão e da ordem nos algoritmos.
- Como fazer: Um participante escreve ou dita instruções para preparar um sanduíche. Outro participante segue exatamente como está escrito. Se faltar detalhes (ex: “abra o pão”), o resultado será inesperado.
- Variação: Use outras tarefas simples, como “escovar os dentes” ou “amarrar o cadarço”.
- Conceitos: Sequência, detalhamento, abstração.
2 – Jogo do Robô
- Objetivo: Introduzir comandos, loops e lógica.
- Como fazer: Um participante é o “robô” e outro dá comandos como “andar 2 passos” ou “virar à direita”. Depois, introduza repetições (ex: “repita 3 vezes”) e outras condições.
- Variação: Crie um “mapa” com obstáculos para aumentar a complexidade.
- Conceitos: Comandos, loops, estruturas condicionais.
3 – Ordenação com Cartões
- Objetivo: Ensinar algoritmos de ordenação.
- Como fazer: Distribua cartões com números. Os participantes devem ordenar seguindo regras (ex: só pode trocar dois cartões por vez).
- Variação: Compare estratégias e explique algoritmos como Bubble Sort ou Selection Sort.
- Conceitos: Ordenação, eficiência, comparação.
4 – Caça ao Tesouro com Condições
- Objetivo: Trabalhar estruturas condicionais (if/else).
- Como fazer: Crie pistas que dependem de condições (ex: “Se encontrar um objeto vermelho, vá para a sala X; senão, vá para a sala Y”).
- Variação: Use desafios matemáticos ou enigmas como condições.
- Conceitos: Decisão, lógica booleana.
5 – Pixel Art com Papel Quadriculado
- Objetivo: Ensinar coordenadas e representação digital.
- Como fazer: Cada participante recebe um papel quadriculado e uma lista de coordenadas para colorir. Isso simula pixels.
- Variação: Crie imagens simples (coração, estrela) e depois aumente a complexidade.
- Conceitos: Matrizes, coordenadas, abstração.
6 – Programando uma Dança
- Objetivo: Mostrar sequência, repetição e condições.
- Como fazer: Os participantes criam passos de dança e organizam uma sequência. Depois, adicionam loops (repetições de 3 vezes, por exemplo) e condições (se a música parar, faça um movimento especial).
- Variação: Use músicas diferentes para alterar a lógica.
- Conceitos: Estrutura sequencial, loops, eventos.
7 – História Interativa
- Objetivo: Introduzir lógica condicional e fluxos.
- Como fazer: Crie uma história com escolhas (ex: “Se escolher a porta A, vá para a página 3; se escolher B, vá para a página 5”).
- Variação: Transforme em um jogo de RPG simples.
- Conceitos: Estruturas de decisão, fluxogramas.
8 – Corrida com Algoritmos
- Objetivo: Ensinar otimização e eficiência.
- Como fazer: Planeje um caminho para chegar ao final com menos passos. Compare estratégias.
- Variação: Adicione obstáculos e regras (ex: não pode passar por quadrados vermelhos).
- Conceitos: Algoritmos, eficiência, planejamento.
9 – Desenhando com Comandos
- Objetivo: Ensinar comandos e precisão.
- Como fazer: Um participante dita comandos (ex: “desenhe uma linha de 3 cm, depois um círculo”) e o outro executa.
- Variação: Use coordenadas para aumentar a complexidade.
- Conceitos: Sintaxe, instruções claras.
10 – Simulação de Rede
- Objetivo: Mostrar comunicação entre sistemas.
- Como fazer: Cada participante é um “nó” da rede. Mensagens são passadas seguindo regras (ex: só pode enviar para quem está ao lado).
- Variação: Simule protocolos (ex: se não receber resposta, retransmita).
- Conceitos: Redes, protocolos, comunicação.
Onde continuar o interesse das crianças sobre programação?
Agora que você já sabe o que são as atividades desplugadas, qual a importância delas para as crianças e quais as brincadeiras que você pode proporcionar. Então, nada mais justo que apresentar um modo de seus filhos continuarem a desenvolver o interesse deles pela computação: pela formação Happy Code, da Happy.
Para manter o entusiasmo das crianças pela programação, a Happy Code é ideal nesse processo, utiliza metodologias inovadoras que começam com atividades desplugadas e evoluem para projetos práticos com tecnologia.
No meio dessas aventuras, as crianças têm um aprendizado gradual, que incentiva a criatividade e as prepara para solucionar problemas do mundo real, no futuro.
A Happy é um hub educacional com 10 anos de tradição, presente em 5 países e mais de 100 mil alunos. Somos a maior escola de habilidades do Brasil, e preparamos seus filhos para o futuro. Programação, inglês, oratória e educação financeira: tudo com a metodologia exclusiva da Lean Education Technology (LET).
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Seja para sugerir atividades desplugadas que irão melhorar ainda mais o tempo de qualidade entre você e seus filhos, nas férias, ou para continuar o interesse das crianças na linguagem da computação, conte com a Happy.
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